Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista e cumpre prisão domiciliar temporária desde o dia 27 de março deste ano.
Os advogados afirmaram ao STF que Bolsonaro não tinha condições de voltar para a prisão devido ao agravamento dos problemas de saúde do ex-presidente, que, à época, se recuperava uma pneumonia bacteriana.
A partir de exames atuais solicitados à defesa, Moraes vai analisar se Bolsonaro pode retornar para o presídio ou permanecerá em casa.
O caso da arma atribuída ao ex-presidente também poderá ser analisado pelo ministro ao decidir o caso.
Na semana passada, um segurança de Bolsonaro foi parado em uma blitz, em Brasília, com uma arma do ex-presidente. Segundo o militar, o armamento seria levado para conserto.
Ao tomar conhecimento do caso, Moraes cobrou explicações sobre a solicitação do reparo “às vésperas do encerramento do período de 90 dias da domiciliar”.
Na prisão domiciliar temporária, Bolsonaro está sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica e só pode receber visitas com autorização do STF.
Agentes da Polícia Militar realizam a segurança da casa para evitar fuga.
O ex-presidente também está proibido de usar celular e acessar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros, além de gravar vídeos para a internet.
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