Foto: Assessoria PMU
Pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) constatou redução no preço médio dos combustíveis veiculares em Umuarama. O levantamento – concluído nesta sexta-feira, 8 – apontou a maior queda no etanol (-6,4%), seguida pelas reduções nos preços do diesel S-10 (-5,4%) e comum (-5,2%).
A gasolina também teve recuo perceptível no preço – caiu 2,6% na comum e 2% na aditivada, na comparação com os preços apurados em 7 de abril deste ano. Com isso, os preços médios – que servem de referência na hora de abastecer o veículo – estão nos seguintes patamares: gasolina comum R$ 6,54 o litro e aditivada R$ 6,88; etanol R$ 4,33 o litro; diesel comum R$ 6,93 e o tipo S-10 está a R$ 7,27.
Considerando os valores extremos, a diferença entre o combustível mais caro e o mais barato continua bem expressiva, ou seja, o consumidor pode fazer uma grande economia se pesquisar antes de encher o tanque do seu veículo.
“A gasolina aditivada tem a maior variação (31,1%), com os preços do litro oscilando de R$ 6,44 a até R$ 8,44. Num tanque de 50 litros, a economia pode chegar a R$ 100”, comparou a secretária de Proteção e Defesa do Consumidor do município, Aline Cunha Martiolli. No etanol a variação também foi expressiva (20,1%), com o litro indo de R$ 3,99 a até R$ 4,79.
Na gasolina comum a variação foi menor (8,7%), com preços oscilando de R$ 6,34 a R$ 6,89. Já no diesel os números também apontam uma boa economia com a pesquisa de preço antes de abastecer – a diferença entre mais caro e o mais barato ficou em 16% no diesel S-10 e 20,8% no comum, com o litro variando de R$ 6,45 a até R$ 7,79.
A pesquisa de preços do gás de cozinha também registrou uma pequena variação negativa – redução de 1,58% na cotação média do gás retirado no distribuidor (R$ 109,09) e de 0,15% para entrega no domicílio (R$ 124,50), na comparação com os valores praticados em abril deste ano. O levantamento foi realizado no último dia 5 e os preços estão sujeitos a variação diária.
A variação entre os preços cobrados pelos estabelecimentos manteve-se alta – 16,38% para entrega e 20% para retirada no local. O botijão de 13 quilos com o preço mais em conta foi encontrado a R$ 100, caso o próprio consumidor esteja disposto a buscá-lo no revendedor. Já o mais caro custava R$ 135 para entrega na residência ou endereço comercial do comprador.
(Assessoria PMU)
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