Empresário que teria dado carona às jovens desaparecidas ainda não foi localizado (Foto Rede Social)
O desaparecimento das primas Stella e Letycia, ambas de 18 anos, passou a concentrar a atenção das investigações também no empresário apontado como responsável por oferecer carona às jovens.
Até o momento, ele não foi localizado e não há registro de comunicação formal de seu desaparecimento por parte de familiares ou pessoas próximas.
As jovens desapareceram na noite de 20 de abril. Moradoras de Cianorte e Jussara, cidades da região de Maringá, elas informaram às famílias que sairiam para um evento e não fizeram mais contato desde então.
A ausência de informações desde aquela noite tem aumentado a preocupação de parentes e mobilizado forças de segurança.
De acordo com o boletim de ocorrência, o último contato com familiares ocorreu quando as duas ainda estavam em uma residência.
Na sequência, relataram que seguiriam para uma festa. A partir desse momento, não houve novas mensagens, ligações ou qualquer tipo de comunicação.
Imagens de câmeras de segurança passaram a integrar o inquérito e mostram uma caminhonete seguindo em direção ao local onde ocorreria o evento.
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No interior do veículo havia duas pessoas. Conforme relatos reunidos pela polícia, o automóvel pertence ao empresário que teria oferecido carona às jovens naquela noite.
O ponto central da investigação neste momento é justamente esclarecer o que aconteceu após esse deslocamento.
O fato de o empresário também não ter sido encontrado levanta questionamentos e amplia o campo de apuração das autoridades, que trabalham para reconstruir os últimos passos das jovens.
O caso foi registrado oficialmente no dia 23 de abril pela Polícia Civil do Paraná, por meio da 21ª Subdivisão Policial de Cianorte.
Desde então, equipes realizam diligências contínuas, que incluem coleta de informações, análise de imagens e troca de dados com outros órgãos de segurança pública.
A Polícia Civil informou que não divulga detalhes adicionais neste estágio para não comprometer o andamento das investigações. O trabalho segue de forma reservada, com o objetivo de reunir elementos que ajudem a esclarecer o desaparecimento.
Familiares acompanham o caso com apreensão. A mãe de uma das jovens afirmou que não conhecia o empresário, embora ele já tivesse frequentado a residência anteriormente e fizesse parte do círculo social das meninas.
A polícia reforça que qualquer informação que possa contribuir com a localização das jovens ou com a identificação do paradeiro do empresário pode ser repassada de forma anônima pelos telefones 190 ou 181.
(Com informações do Plantão Maringá)
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