Campus da Universidade Estadual de Maringá em Umuarama, onde funcionam os cursos de Agronomia e Medicina Veterinária (Foto UEM)
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) alcançou a 16ª posição no Índice de Instituições de Ensino Superior Empreendedoras (IESE) 2025, liderando entre as universidades do Paraná.
No recorte regional, a instituição também aparece como a estadual mais bem posicionada da região Sul.
O levantamento é realizado pela Brasil Júnior e reuniu, nesta edição, mais de 34 mil respostas de estudantes de 92 universidades e 29 institutos federais de todo o país.
Atualmente, a UEM possui 26 Empresas Juniores em funcionamento, distribuídas entre seus sete centros de ensino.
No cenário estadual, a UEM aparece à frente da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), que ocupa a 19ª posição, e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 20º lugar.
Também figuram no ranking a Universidade Estadual de Londrina (UEL), na 55ª colocação, e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em 68º.
Considerando a divisão regional, o Paraná apresenta o melhor desempenho do Sul do Brasil. Entre as dez universidades mais bem avaliadas da região, três são paranaenses (UEM, UTFPR e UFPR), colocando o estado à frente de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Entre as estaduais da região Sul, a UEM ocupa a primeira colocação.
O reitor Leandro Vanalli afirmou que o resultado reforça o papel da universidade no desenvolvimento regional.
Segundo ele, a instituição tem investido em infraestrutura e integração entre pesquisa e extensão para fomentar projetos inovadores e ampliar a formação prática dos estudantes.
O IESE é divulgado desde 2016, com edições bienais, e busca medir como as instituições de ensino superior estimulam o empreendedorismo no ambiente acadêmico.
O índice considera aspectos como cultura empreendedora, inovação, extensão, internacionalização, infraestrutura, capital financeiro e a percepção dos alunos.
De acordo com a Brasil Júnior, o estudo dá visibilidade ao impacto da educação empreendedora na formação acadêmica e no desenvolvimento da sociedade, destacando o papel das universidades na formação de profissionais voltados à inovação.
Na UEM, as Empresas Juniores são geridas por estudantes de graduação, com supervisão de professores, e têm caráter educacional e sem fins lucrativos.
As iniciativas prestam serviços e desenvolvem projetos para pessoas físicas, organizações públicas e privadas, com recursos reinvestidos nas próprias atividades.
Atualmente, a universidade conta com 28 Empresas Juniores ativas, distribuídas entre os sete centros de ensino.
(Com informações da UEM)
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