Foto: Danilo Martins/OBemdito
A Caixa Econômica Federal liberou o saque calamidade do FGTS para trabalhadores de quatro cidades da região de Umuarama. As cidades são Alto Piquiri, Altônia, Brasilândia do Sul e Cruzeiro do Oeste. A medida também alcança outros 56 municípios do Paraná.
A autorização ocorre após desastres naturais registrados no estado. Entre os eventos estão alagamentos, enxurradas e chuvas intensas. Assim, o benefício busca auxiliar famílias afetadas pelos prejuízos.
O saque calamidade permite a retirada de até R$ 6.220 por conta do FGTS. No entanto, o valor fica limitado ao saldo disponível do trabalhador. Cada pessoa pode solicitar um saque por evento reconhecido.
A solicitação deve ocorrer dentro do prazo definido para cada município. O trabalhador pode fazer o pedido pelo aplicativo FGTS ou em agências da Caixa. Por isso, a orientação é observar atentamente as datas.
Na região de Umuarama, Alto Piquiri tem prazo até 10 de fevereiro de 2026. Já Altônia pode solicitar o benefício até 12 de fevereiro de 2026. Em seguida, Cruzeiro do Oeste tem prazo até 15 de fevereiro de 2026. Brasilândia do Sul, por sua vez, segue habilitada até 30 de março de 2026.
Além dessas cidades, outros municípios do Paraná também estão incluídos. Entre eles estão Campo Mourão, Ponta Grossa, Morretes e Santo Antônio da Platina. As datas variam conforme a portaria de reconhecimento da Defesa Civil.
O saque calamidade ocorre quando há reconhecimento oficial da Defesa Civil. Nesse contexto, as situações incluem enchentes, deslizamentos, vendavais e granizo. Além disso, entram na lista tornados, ciclones e rompimento de barragens com danos a residências.
Para solicitar pelo aplicativo FGTS, o trabalhador deve acessar a opção “Saques”. Em seguida, precisa selecionar “Calamidade pública” e informar o município. Depois disso, escolhe a forma de recebimento e envia os documentos.
A Caixa analisa cada pedido individualmente. Caso aprove, o banco deposita o valor na conta indicada. O processo ocorre de forma digital, o que agiliza a liberação.
Os documentos exigidos incluem identidade, CPF e comprovante de residência recente. Além disso, é necessária uma foto segurando o documento de identificação. Caso o comprovante esteja em nome do cônjuge, é preciso apresentar certidão.
Caso o trabalhador não possua comprovante, ele pode apresentar declaração da prefeitura. Alternativamente, pode enviar declaração própria com dados completos, que será validada pela Caixa.
A Caixa reforça o alerta de segurança. Segundo o banco, “o trabalhador nunca deve informar sua senha por telefone, e-mail ou mensagens”. Em caso de dificuldades, os contatos são 4004-0104 nas capitais e 0800-104-0104 nas demais regiões.
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