Cotidiano

Desaparecimento de três crianças no Paraná ainda é um mistério

As buscas por três meninas de aproximadamente 5, 7 e 9 anos, que teriam deixado a residência por conta própria, entram no segundo dia em Cascavel (PR) sem respostas concretas sobre o paradeiro delas.

O desaparecimento segue envolto em incertezas e mobiliza diferentes órgãos de segurança e proteção à infância.

As crianças foram vistas pela última vez na manhã de quarta-feira (14), no Bairro Universitário, um dado que tem norteado as diligências realizadas pela Polícia Militar.

Apesar do trabalho contínuo das equipes, até o momento não há confirmação sobre o que teria acontecido após esse registro.

Nesta quinta-feira (15), a Polícia Militar tentou contato com o responsável legal pelas meninas, mas não obteve retorno, o que acrescenta mais uma camada de incógnita ao caso.

As circunstâncias em que elas saíram de casa e os possíveis motivos ainda não foram esclarecidos.

O Conselho Tutelar acompanha a ocorrência e atua em conjunto com a PM, tanto nas buscas quanto na análise da situação familiar, priorizando a segurança e o bem-estar das crianças.

Diante da ausência de pistas sólidas, as autoridades recorreram à imprensa para ampliar a divulgação e incentivar a colaboração da população.

Informações sobre o paradeiro das meninas podem ser repassadas à Polícia Militar pelo telefone 190. O caso permanece em andamento e novas atualizações podem surgir a qualquer momento.

O que fazer no caso de um desaparecimento

Após o desaparecimento de uma pessoa, o tempo torna-se o mais crucial aliado. A primeira medida deve ser o registro imediato de um Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima, fornecendo todos os dados possíveis sobre o desaparecido, como descrição física, vestimentas, últimos locais frequentados e circunstâncias em que foi vista pela última vez.

Paralelamente, familiares e amigos iniciam uma mobilização intensa, compartilhando fotografias e informações detalhadas nas redes sociais, com contatos de referência. É essencial contatar hospitais, abrigos e instituições de acolhimento da região.

Em muitos casos, procura-se apoio de veículos de imprensa para ampliar o alcance da busca. Cada minuto conta, e a união entre a ação policial formal e a mobilização comunitária é vital para aumentar as chances de um desfecho positivo.

(Com informações da CGN)

Rudson de Souza

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