Foto: freepik
Uma mulher de 36 anos foi presa nesta quinta-feira (8) em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. A Polícia Civil suspeita que ela explorava sexualmente os próprios filhos, uma bebê de 2 anos e um menino de 9 anos, para a produção e venda de conteúdo pornográfico. As autoridades tratam o caso como um dos mais graves investigados recentemente no estado.
Além da mãe, a polícia prendeu um homem de 39 anos no Bairro Alto, em Curitiba. Segundo a polícia, ele comprava o material produzido pela mulher e fazia o compartilhamento das imagens e vídeos na internet. As prisões ocorreram após meses de investigação conduzida pela Polícia Civil do Paraná.
De acordo com os investigadores, o inquérito teve início em outubro de 2025. Na ocasião, denúncias apontaram que crianças estavam sendo utilizadas para a gravação de fotos e vídeos de cunho sexual. A partir disso, a polícia passou a monitorar atividades suspeitas em ambientes virtuais.
Segundo a apuração, a mulher produzia o conteúdo ilegal dentro da própria residência. Em seguida, ela vendia o material ao homem preso em Curitiba. Ele realizava os pagamentos e, posteriormente, compartilhava os arquivos em plataformas digitais, ampliando o alcance do crime.
Durante a investigação, a polícia identificou o uso de perfis falsos para coordenar as gravações e a negociação do material. “Durante a investigação, foi possível identificar que um perfil falso utilizado para coordenar as gravações era operado pelo indivíduo”, explicou o delegado João Paulo Martins Barreiro.
Com base nas provas reunidas, a Justiça decretou a prisão preventiva dos dois suspeitos. Além disso, os policiais civis cumpriram mandados de busca domiciliar nos endereços ligados aos investigados, tanto em Almirante Tamandaré quanto em Curitiba.
Durante as buscas, os agentes apreenderam quatro celulares e outros dispositivos eletrônicos. Todo o material recolhido será submetido à perícia técnica. Segundo a polícia, a análise pode revelar a participação de outras pessoas no esquema criminoso.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam em andamento. O objetivo é identificar possíveis cúmplices e mapear a extensão do compartilhamento do conteúdo. A polícia encaminhou os dois suspeitos ao sistema penitenciário, onde permanecem à disposição da Justiça.
Os órgãos responsáveis afastaram as crianças do convívio da mãe e iniciaram o acompanhamento pela rede de proteção. Conforme a polícia, o atendimento ocorre de forma sigilosa para preservar a integridade física e psicológica das vítimas.
Por fim, a Polícia Civil reforça a importância das denúncias anônimas. Segundo o órgão, a colaboração da população é essencial para identificar crimes dessa natureza e interromper situações de violência contra crianças e adolescentes.
Fonte: RIC
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