Os quatro jovens de Minas Gerais encontrados mortos no sábado (3) em uma área de mata de Biguaçu, na Grande Florianópolis, haviam se mudado para Santa Catarina em busca de trabalho, independência financeira e melhores condições de vida para ajudar suas famílias. Eles estavam desaparecidos desde a madrugada de 28 de dezembro.
As vítimas foram identificadas como Bruno Máximo da Silva, de 28 anos, Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos, Guilherme Macedo de Almeida, de 20 anos, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19 anos. Segundo a Polícia Civil, o grupo foi visto pela última vez no Centro de Florianópolis.
A confirmação das mortes foi feita por familiares que acompanham as investigações em Santa Catarina. O reconhecimento inicial ocorreu por meio de tatuagens, devido ao estado de decomposição dos corpos. A previsão é de que os corpos cheguem a Minas Gerais entre a noite de domingo e a manhã desta segunda-feira (5).
De acordo com relatos das famílias, os jovens tinham planos de trabalho e mantinham contato frequente antes do desaparecimento. Pedro Henrique, por exemplo, havia informado à mãe que deixaria um emprego em um restaurante para assumir uma nova oportunidade como soldador, com início previsto para esta semana.
Daniel Luiz, segundo o pai, André Luiz da Silveira, dizia ter emprego garantido e planejava ajudar a família financeiramente. “Ele falava que ia melhorar nossa situação, que estava tudo certo”, relatou.
Guilherme Macedo era descrito pela mãe, Elizabete de Macedo Almeida, como um jovem educado, trabalhador e cheio de sonhos. Apaixonado por motos, decidiu se mudar após a morte do avô, no fim de 2025. “Ele ligava todo dia. Agora, acabou”, disse.
Pedro Henrique, o mais velho entre três irmãos, era considerado protetor e muito ligado à família. A mãe, Sílvia Aparecida do Prado, afirmou que o filho fazia planos para garantir um futuro melhor para todos. “Ele tirava dele para ajudar os outros”, contou.
Os corpos foram encontrados às margens de uma estrada, com sinais de violência. A Polícia Civil informou que instaurou inquérito, realizou perícias no local e aguarda os resultados dos exames de necropsia e da identificação formal das vítimas para avançar nas investigações.
A Polícia Científica também atua no caso. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou motivação do crime.
(Com informações NSC Total)
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