Foto: Reprodução/Heitor Gabriel
Trabalhadores de Umuarama que estavam prestando serviço no distrito de Rio Bonito, em Francisco Alves, registraram um fenômeno raro no fim da tarde desta quinta-feira (13). Uma nuvem funil se formou duas vezes e provocou medo. Heitor Gabriel, de 26 anos, fez as imagens e enviou para a redação do OBemdito.
Segundo Heitor, era por volta das 16h15 quando os trabalhadores perceberam a formação da nuvem. A estrutura giratória surgiu próxima ao grupo e chamou atenção imediatamente. Além disso, o cenário meteorológico instável aumentou a preocupação.
Heitor relatou que pensou na possibilidade de um tornado, especialmente diante dos recentes acontecimentos climáticos registrados em Rio Bonito do Iguaçu.
Especialistas explicam que esse tipo de formação merece atenção. Uma nuvem funil surge a partir de uma nuvem de tempestade e apresenta movimento de rotação. Contudo, ela não toca o solo. Quando essa estrutura alcança o chão, ela se transforma em um tornado, que pode causar danos graves e impactar comunidades inteiras.
Os meteorologistas destacam que nem toda nuvem funil se converte em tornado. Entretanto, ela indica um risco potencial. Por isso, o fenômeno deve ser observado com cautela, já que sua evolução depende das condições atmosféricas e da interação com o solo. Assim, regiões com instabilidade intensa precisam manter vigilância constante.
Os trabalhadores acompanharam o episódio com apreensão. O registro reforça a importância de monitorar eventos climáticos extremos. Ele também evidencia que trabalhadores rurais e urbanos convivem com riscos adicionais durante períodos de tempestades.
O Simepar continua monitorando os eventos meteorológicos em todo o Paraná. Embora não exista tecnologia capaz de prever exatamente quando um tornado vai se formar, os especialistas conseguem identificar condições atmosféricas favoráveis ao fenômeno.
A análise contínua também auxilia na prevenção de riscos e orienta comunidades sobre como agir diante de situações que exigem atenção redobrada. Assim, o episódio registrado no distrito de Francisco Alves reforça a importância do monitoramento técnico e da preparação coletiva para enfrentar eventos climáticos cada vez mais extremos.
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