Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
A Polícia Federal prepara uma megaoperação para cumprimento da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses na investigação sobre a trama golpista. O plano está pronto e inclui procedimentos detalhados para todos os cenários possíveis. A PF pretende executar a ação de forma rápida, estratégica e com mínima exposição pública.
A corporação aguarda apenas a ordem do ministro Alexandre de Moraes. Assim que o comando for emitido, as equipes entrarão em ação. Por isso, a PF mantém monitoramento constante do processo e mobiliza agentes em regime de prontidão.
Além disso, o planejamento inclui protocolos para evitar tumultos e garantir a segurança dos agentes envolvidos. A PF considera, por exemplo, a possibilidade de manifestações em frente ao condomínio onde Bolsonaro vive. Diante disso, o plano prevê reforço policial imediato e bloqueios preventivos caso a situação exija.
A estratégia também detalha o uso de comboios de diferentes tamanhos, rotas alternadas e aeronaves de apoio. O objetivo é acelerar o deslocamento e reduzir a exposição pública durante toda a operação. A PF também mapeou áreas sensíveis, horários de menor fluxo e caminhos de fuga controlados.
Nesse contexto, a tropa de choque permanece de prontidão para possíveis ações de contenção. O protocolo prevê resposta rápida caso grupos organizados tentem impedir o cumprimento da ordem judicial. A corporação afirma que o planejamento busca proteger a integridade física de todos os envolvidos, inclusive a do próprio ex-presidente.
A operação prevê ainda uma estrutura para monitorar em tempo real a movimentação de apoiadores e possíveis convocações de última hora. Agentes especializados acompanham redes sociais e grupos de mensagens para identificar riscos emergentes.
Circulam especulações de que Bolsonaro ficaria apenas entre sete e quinze dias no presídio da Papuda antes de receber liberação por motivos médicos. No entanto, fontes afirmam que Moraes está atento à possibilidade de manobras e não deverá permitir flexibilizações sem respaldo técnico robusto.
Com isso, a PF organiza uma operação que combina rapidez, inteligência e alto nível de coordenação. O plano coloca aeronaves, comboio tático e equipes especiais em alerta máximo, à espera apenas da decisão final do STF.
(Com informações do Infomoney)
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