Foto: AEN
A 12ª Regional de Saúde (12ª RS) de Umuarama está com quase 5 mil casos de dengue confirmados, somente em 2025. A informação está no novo informe semanal da dengue da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa). A divulgação do boletim aconteceu na terça-feira (24). No informe anterior, a 12ª RS tinha 4.822 confirmações e agora está com 4.986.
A Sesa registrou mais 2.880 casos da doença e dois óbitos no Paraná nos últimos 7 dias. Os dados do novo ano epidemiológico/2025 totalizam agora 241.800 notificações, 81.467 diagnósticos confirmados e 84 óbitos em decorrência da dengue no Estado.
Os novos óbitos ocorreram em abril, sendo duas mulheres com idades de 73 e 81 anos, ambas com comorbidades. As pacientes residiam em Jaguapitã e Rolândia na 17ª Regional de Saúde de Londrina.
No total, 398 municípios já apresentaram notificações da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 377 possuem casos confirmados.
A 12ª Regional de Saúde de Umuarama tinha 4.822 casos de dengue no boletim do dia 17 de junho. O número subiu para 4.986 nesta semana, ou seja, 164 casos a mais. Entre eles, há 100 casos de dengue com sinais de alerta, 3 de dengue grave e, por fim, 3 óbitos (Mariluz, Esperança Nova e São Jorge do Patrocínio).
As regionais com maiores números de casos de dengue confirmados neste período epidemiológico são a 17ª RS de Londrina (19.433); 14ª RS de Paranavaí (12.216); 15ª RS de Maringá (10.220); 19ª RS de Jacarezinho (6.573); e 12ª RS de Umuarama (4.986).
O boletim da Sesa inclui, ainda, dados sobre casos de Chikungunya e Zika, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue. Foram confirmados 4.776 casos de Chikungunya, num total de 9.750 notificações da doença no Estado. Quanto ao vírus Zika, até o momento foram registradas 113 notificações sem nenhum caso confirmado.
Além dos casos de dengue, a Sesa publica também neste boletim os casos de Oropouche no Estado, nos municípios de Adrianópolis (110 casos autóctones) e Morretes (2 casos autóctones), além do registro de um caso no município de Arapongas importado do Espírito Santo.
O vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) é o causador da febre Oropouche. No entanto, o principal transmissor é o inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Após picar uma pessoa ou animal infectado, o vetor pode transmitir o vírus a outras pessoas.
Confira o Informe Semanal completo AQUI. Mais informações sobre os casos de dengue estão neste LINK.
(Informações: OBemdito e AEN)
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