Foto: Bruna Alves
O transplante cardíaco realizado em um menino de Umuarama foi considerado um sucesso. Eduardo Augusto dos Santos Pessotti da Silva tem 2 anos e 9 meses. Ele foi submetido ao procedimento no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no dia 31 de janeiro.
OBemdito conversou com sua mãe, Bruna Alves (24 anos), nesta sexta-feira (7). Ela explicou que a o transplante transcorreu bem e que hoje o filho teve alta da UTI. “A cirurgia foi um sucesso e não teve nenhuma intercorrência. Ele ficou na UTI por 7 dias, em observação, e hoje foi para o quarto, onde também fica em observação. Logo vamos para casa”, disse.
Eduardo é cardiopata desde que nasceu. Ele tem estenose valvar aórtica e estenose valvar pulmonar. A cirurgia a que foi submetido era considerada complexa. Inicialmente seriam transplantadas duas válvulas de seu coração: a aórtica e a pulmonar.
No entanto, Bruna informou que foi realizado o transplante da válvula aórtica e apenas a correção da válvula pulmonar. “A cirurgia foi das 14h54 até às 19h30. Estava prevista para acabar às 21h, mas terminou antes”.
Agora a família aguarda ansiosa pelo retorno para Umuarama. Eles residem no distrito de Serra dos Dourados. A mãe agradece a todos que fizeram orações para que o transplante fosse um sucesso e também pela recuperação do filho.
A descoberta dos problemas cardíacos de Eduardo aconteceu logo após o nascimento, que foi de parto normal no Hospital Norospar. O bebê apresentava os pés e mãos arroxeados.
A mãe disse que o médico imediatamente o internou na UTI e foram realizados exames que constataram a cardiopatia congênita. Em três dias o bebê foi transferido para um hospital em Londrina e, posteriormente, para o Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.
“Chegando aqui [Curitiba] constataram que ele estava muito mal, teve anemia e precisou fazer transfusão de sangue. Tudo isso foi tratado e com 2 meses de idade ele passou por um cateterismo para expandir as válvulas pulmonar e aórtica. As duas eram muito apertadas, pois ele tem estenose”, explica Bruna. Depois disso o menino teve alta e recebeu medicação para prosseguir com o tratamento em casa.
Conforme a mãe, no mês de novembro de 2024 eles retornaram para uma das consultas e o ecocardiograma indicou um agravamento do quadro de saúde. Ele estava com inchaço no coração e lesões nas válvulas aórtica e pulmonar. Neste momento foi indicado o transplante cardíaco.
“A médica disse que não havia mais condições de esperar e teríamos que fazer a cirurgia. Fizeram o cadastro no banco de tecidos e agora tivemos a informação de que havia as duas válvulas disponíveis para o transplante”, acrescentou Bruna.
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