Umuarama

Umuarama tem um caso de dengue confirmado em moradora da zona rural

A situação da dengue em Umuarama é regulada pela Vigilância em Saúde Ambiental e Epidemiológica, órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com o Informe Técnico nº 04, divulgado nesta segunda-feira (30), na última semana foram registradas 14 notificações na cidade, ou seja, 14 pessoas buscaram atendimento médico com sintomas da doença.

Desse total, um caso foi confirmado, cinco estão em investigação e oito tiveram exame com resultado negativo.

Entre os dias 1º e 28 de agosto de 2021, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) conta com 25 notificações, 19 registros com resultado negativo, cinco casos que ainda estão em investigação, aguardando os resultados dos exames, e mais um caso confirmado. O relatório informa ainda que este registro positivo da doença é de uma mulher, moradora da zona rural de Umuarama.

Segundo Carlos Roberto da Silva, diretor de Vigilância Ambiental em Saúde, órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde de Umuarama, trata-se de um caso autóctone – quando a pessoa contraiu a doença aqui mesmo na cidade. “A dengue tem baixa incidência em áreas rurais, porque o Aedes aegypti é um mosquito urbano, que gosta de se reproduzir em criadouros artificiais com água limpa e parada. Neste caso, em específico, a pessoa mora em uma propriedade rural muito próxima ao centro da cidade”, detalhou, informando também que a paciente já está curada e de volta ao trabalho.

O mapa de classificação de risco da doença na cidade continua ‘no azul’, quando a tabela do Sinan indica ‘sem casos confirmados’ na área urbana.

“Com o registro de um caso na zona rural, o mapa continua no azul. A existência de um caso para cada mil habitantes coloca a cidade no patamar de ‘baixa incidência’ para o Aedes aegypti”, explica o diretor, acrescentando que amarelo indica ‘em alerta’ (de um a três casos por mil habitantes) e vermelho para ‘em surto’ (mais de três casos por mil habitantes)”.

Ele faz questão de destacar que o trabalho constante dos agentes de combate a endemias, que tanto se dedicam à fiscalização, mas acima de tudo à orientação sobre os riscos da dengue, é fundamental para manter os indicadores nos atuais patamares. “A dedicação da população é fundamental nesse processo para garantir que a dengue na cidade esteja sob controle”, relatou.

Silva também nunca deixa de advertir que a dengue é uma doença que pode ser fatal e que a responsabilidade de cada um dos cidadãos é grande para eliminar os focos do mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir dengue, zyka vírus e febre chikungunya. “Bastam cinco minutos por dia para garantir um quintal livre de focos de água parada”, finaliza.

(Assessoria PMU)

Redação

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