Fotos: Assessoria PMU
Quatro bairros estão com alto risco de infestação do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus: as localidades em alerta são os jardins São Cristóvão, Lisboa e Los Angeles e o Parque Bandeirantes.
Eles têm a nota 6,3% – enquanto o limite tolerável pela OMS (Organização Mundial de Saúde é a nota 4%. Os dados estão reunidos do 5° LIRAa (Levantamento do Índice de Infestação Predial por Aedes aegypti), realizado entre os dias 2 e 6 de setembro de 2024.
Eles têm a nota 6,3% – enquanto o limite tolerável pela OMS (Organização Mundial de Saúde é a nota 4%. Os dados estão reunidos do 5° LIRAa (Levantamento do Índice de Infestação Predial por Aedes aegypti), realizado entre os dias 2 e 6 de setembro de 2024.
O indicador, criado em 2002 pelo Ministério da Saúde, mede o risco de adoecimento da população por dengue, chikungunya e zika vírus. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a região do Colégio Souza Naves tem nota 5% e a Igreja Catedral tem nota 4%, desta forma são seis localidades com alto risco de infestação.
“As localidades com médio risco – entre 1% e 3,9% – são Jardim Cruzeiro, Arco-Íris e Dom Bosco. Todas as outras localidades têm nota zero e enquadram-se como baixo risco”, informa o secretário de Saúde de Umuarama, Edson dos Santos Souza.
Ele explica que o LIRAa é obtido a cada dois meses da seguinte maneira: os agentes de endemias fiscalizam imóvel por imóvel em busca de larvas do Aedes aegypti. “Se o índice é de 2, por exemplo, quer dizer que, a cada 100 imóveis sondados, em dois deles foram encontrados focos do mosquito. Ou seja, no caso específico do São Cristóvão, por exemplo, quer dizer que de 100 residências visitadas pelos agentes de endemias, existem focos em 6,3 delas”, especifica.
O Índice de Infestação Predial (IIP) geral em Umuarama atualmente é de 0,6%. “A tabela classifica o município em três faixas: Baixo Risco, quando o índice é inferior a 1%, Médio Risco, quando vai de 1% a 3,9% e Alto Risco, quando o índice é superior a 4%. O levantamento também é feito de duas formas: um deles divide a cidade por localidades (por bairros próximos, regiões interligadas etc.) e por unidades de saúde (UBS)”, detalha.
No levantamento por unidades de saúde, o recordista é o São Cristóvão, com 2,4%. “Depois vêm Lisboa, com 1,7%, Jardim Cruzeiro, com 1,2%, Guarani-Anchieta, com 1,1%, Industrial, com 1%, Posto Central 0,8%, Bem-Estar, com 0,6% e Cidade Alta, com 0,4%. As outras localidades têm nota zero”, relata o secretário.
(Reportagem: Assessoria PMU)
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