Foto: Ricmais
O médico ginecologista Felipe de Sá, de 39 anos, preso nesta quinta-feira (15), suspeito de abuso sexual contra pacientes em Maringá, no Norte do Estado, foi candidato a deputado federal nas eleições do ano passado pelo partido Novo. Ele fez 2.576 votos e não foi eleito.
Conforme as informações, ele utilizava técnicas de hipnose em suas pacientes e as abusava sexualmente durante as consultas. Em sua página oficial para as eleições, o médico se mostrava compreensivo com um momento especial para as mulheres, a gestação e o parto, tendo em destaque a frase: “A forma de acolher as pacientes que nos procuram também tem passado por grandes e profundas mudanças.”
O candidato também convidava os eleitores a “conhecer nosso trabalho e a forma como acolhemos as mulheres e suas famílias”, falando de parto humanizado e respeito às mulheres.
Felipe de Sá foi preso por policiais civis da Delegacia da Mulher na tarde desta quinta-feira dentro do escritório em que trabalhava. Segundo o delegado, Dimitri Tostes Monteiro, os casos aconteceram entre os anos de 2021 e 2022. Ao todo três vítimas já foram ouvidas e outras duas foram identificadas.
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