Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um jovem de 29 anos que foi conduzido para o 25º Batalhão de Polícia Militar de Umuarama, na noite do último dia 30, para assinar um termo circunstanciado, depois de subir em um telhado de uma casa noturna, na Avenida Maringá, entrou em contato com OBemdito para dar a sua versão dos fatos.
Em nota divulgada para imprensa, a Polícia Militar informou que o jovem estaria sob efeito de entorpecentes. Na versão de Wallison Contini, ele estaria sob efeito de medicamentos, pois faz tratamento contra depressão em um psiquiatra da cidade. “Faz dois anos que tenho me trato de síndrome do pânico”, afirma.
Segundo o jovem, naquela noite, ele teria sido seguido por alguns homens após sair da faculdade. Com medo, teria entrado em uma tabacaria onde notou uma mulher o seguindo.
“Onde eu ia ela ia também. Chamei o dono para conversar e ele disse que ela era mulher do segurança. Nisso ele saiu e dali uns minutos vi uns quatro ou cinco caras que eu não conhecia e aí subi pelo telhado”, afirma.
De acordo com o rapaz, logo após subir no telhado, ele teria ligado para o seu pai que acionou a Polícia Militar. Logo em seguida, eles estiveram no local e conduziram o jovem para o 25º BPM.
“Eu estava sob o efeito de medicamentos receitados pelo médico. Eles me revistaram e não pegaram nada”, argumenta.
Ainda de acordo com o jovem, antes de entrar na boate, ele teria presenciado uma briga e ligado para a PM, que disse que não poderia enviar uma viatura para o local naquele momento. “Eu fiquei com muito medo, tive um surto, por isso, subi no telhado”, finaliza.
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