Foto: Assessoria
Desde que o surto de síndromes respiratórias em crianças começou a se agravar, no início do mês de março deste ano, o consumo de oxigênio medicinal no Hospital Norospar subiu mais de 55%, passando de 9 metros cúbicos para 14 metros cúbicos por hora.
O aumento exponencial no consumo exigiu a ampliação da capacidade de produção da Usina de Oxigênio Medicinal da instituição, que é modulada e pode ser ajustada de acordo com a necessidade.
Segundo o presidente da Norospar, Dr. Luiz Batista de França, a Usina de Oxigênio da Norospar tem sido fundamental para a manutenção da assistência hospitalar, especialmente para os pacientes mais graves, que necessitam do suporte de oxigênio constantemente.
“A usina funciona 24 horas por dia, todos os dias, sem parar. É uma produção contínua que garante o suporte de oxigênio para todas as nossas UTIs, centro cirúrgico, pronto socorro, enfermarias e demais leitos do hospital”, explicou o médico.
O fornecimento de oxigênio nos leitos não pode parar. Para funcionar adequadamente, o equipamento exige manutenção constante. Na sexta-feira (26), técnicos da empresa Oxi 1000, responsável pela instalação e manutenção da usina de oxigênio da Norospar realizaram uma vistoria, acompanhados de profissionais de diversos setores do Hospital.
“O compressor faz a captação do ar atmosférico passando para um reservatório e depois para um secador por refrigeração. Esse equipamento que faz o tratamento do ar, retira a umidade e diminui a sua temperatura”, explicou André Luiz Cunha Zancanelli, técnico da Oxi 100.
E seguiu: “Em seguida, na geradora acontece a separação do ar numa peneira molecular, que separa o oxigênio dos outros gases presentes na atmosfera. Dessa separação, sai o oxigênio a 97%, que vai para o paciente, via rede de ar medicinal que existe em todo o hospital”.
A empresa também proporcionou treinamento e capacitação aos técnicos em manutenção da Norospar, que fazem inspeções diárias no equipamento. “O processo não pode parar e para isso contamos com o apoio da equipe interna da Norospar, que realizam as inspeções diárias, corrigem o fluxo caso seja necessário e notificam qualquer ocorrência aos nossos engenheiros e técnicos em tempo real”, destacou André Luiz.
A utilização do oxigênio medicinal produzido em usina própria representa uma economia de até 10 vezes, em comparação ao custo do uso de cilindros. Para médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e demais profissionais de saúde, a usina de oxigênio representa agilidade e segurança na assistência ao paciente*.
“É excelente. Além da comodidade e segurança para os profissionais de saúde, que não precisam mais lidar com os pesados cilindros de oxigênio, quanto pela agilidade que ela proporciona na assistência ao paciente”, disse o fisioterapeuta da Norospar, Thiago Mantovani.
Também participaram da vistoria da Usina de Oxigênio da Norospar: o presidente da Norospar, Dr. Luiz Batista de França, o fisioterapeuta Thiago Montovani Russi, coordenador do Serviço de Fisioterapia; a enfermeira e Maria Aglair Hrycyna.
O encarregado de manutenção, Odair Ribeiro Celini e o técnico de manutenção, Yuri Ellian da Costa Torres, da equipe Norospar; além de Idacir Zancanelli, chefe da Manutenção, André Luiz Cunha Zancanelli, técnico e João Vitor Cunha Zancanelli, administrador da Oxi 1000, que tem sede em Maringá, também vistoriam a usina.
(Reportagem: Assessoria)
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