Foto: Assessoria
Uma entrevista que irá ao ar nos próximos dias, numa emissora local de TV, encerrará as atividades da ação 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, realizada em todo mundo entre o final de novembro e início deste mês de dezembro.
Em Umuarama foram promovidas palestras para adolescentes e jovens, um café da manhã, uma caminhada pelo centro da cidade e um bate-papo com a chefe da Divisão Especial da Mulher, Márcia Cristina de Souza, da Secretaria Municipal de Assistência Social, a ser veiculado na imprensa.
“Além dessas atividades, nossa equipe também esteve presente no projeto Bairro Limpo, realizado recentemente no mutirão do Jardim Alvorada, conscientizando os moradores e a população em geral sobre a necessidade de engajamento no combate à violência contra a mulher”, apontou a chefe de Divisão.
As ações foram promovidas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM), em conjunto com a Secretaria de Assistência Social. A campanha acontece todos os anos, entre 25 de novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, e 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Neste ano foi realizada a 3ª Caminhada pelo Fim da Violência contra as Mulheres, com saída da praça Arthur Thomas.
“Todas as iniciativas para prevenir e eliminar a violência contra meninas e mulheres são importantes. Já conquistamos grandes avanços através dos anos, porém ainda estamos longe do ideal, que é zerar, acabar, eliminar de vez quaisquer tipos de violência contra a mulher”, afirmou na época a presidente do conselho, Jôze Kelly Fator.
Os dados sobre a violência contra a mulher são assustadores: quase uma em cada três mulheres com 15 anos ou mais já foi submetida à violência física ou sexual por um parceiro, não parceiro ou ambos, pelo menos uma vez na vida e o que é pior: esses estudos apontam que os níveis de violência contra a mulher permaneceram inalterados na última década.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a violência contra a mulher como todo ato que tenha como resultado dano físico, sexual, psicológico, incluindo ameaças, coerção e privação arbitrária da liberdade.
Cerca de 125 países possuem leis específicas de proteção à mulher e no Brasil a Lei Maria da Penha é considerada uma das três mais avançadas do mundo. Apesar disso, o país é o 7º no mundo em uma lista de 84, com o maior número de homicídios de mulheres.
OBemdito com Assessoria
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